IMPLEMENTAÇÃO DA VISITA DOMICILIAR DE INTRODUÇÃO ALIMENTAR PARA PAIS DE LACTENTES MENORES DE 2 ANOS EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICIPIO DE CAMPO GRANDE- MS: RELATO DE EXPERIENCIA.

REGISTRO DOI:10.5281/zenodo.10523748


Rayssa Oliveira Ferreira Ribeiro Rodrigues1;
Nathanna Meireles Cordeiro2;
Maria Eduarda Trennepohl Souza3;
Patrícia Nantes Monteiro4.


RESUMO

Objetivo: Relatar a experiência da implementação da visita domiciliar de puericultura com foco na introdução alimentar em crianças menores de 2 anos. Métodos: Relato de experiência da implementação da visita domiciliar de introdução alimentar em uma ESF, realizada por Residentes Multiprofissionais como estratégia de qualificação do cuidado. Resultados: Através da extração de dados dos cadastros individuais dos ACS foram realizadas em 24 crianças, entre 5 a 8 meses de vida, de forma programada, contando com a presença da equipe multiprofissional e o Agente Comunitário de Saúde. Durante as visitas foi possível observar a rotina e a condição financeira das famílias e a partir disso, direcionar as orientações de alimentação complementar, suplementação e higiene bucal de acordo com a realidade que a criança está inserida. Considerações finais: a estratégia se enquadrou dentro das necessidades encontradas pela equipe e possibilitou vivenciar a realidade das famílias dentro do seu contexto social, evidenciando a prevenção a saúde e a integralidade da assistência, proporcionando o cuidado continuado até os 2 anos de idade.

Palavras-chave: Alimentação Complementar; Cuidado da Criança; Atenção Primária à Saúde.

ABSTRACT

Objective: To report the experience of implementing childcare home visits with a focus on introducing food to children under 2 years of age. Methods: Experience report on the implementation of home visits to introduce food in an ESF, carried out by Multiprofessional Residents as a care qualification strategy. Results: Through the extraction of data from individual CHW records, they were carried out on 24 children, between 5 and 8 months of age, in a scheduled manner, with the presence of the multidisciplinary team and the Community Health Agent. During the visits it was possible to observe the routine and financial condition of families and from this, direct the guidelines for complementary feeding, supplementation and oral hygiene according to the reality in which the child is inserted. Final considerations: the strategy fit within the needs found by the team and made it possible to experience the reality of families within their social context, highlighting health prevention and comprehensive care, providing continued care until 2 years of age.

Keywords: Complementary Food; Child Care; Primary Health Care.

1 INTRODUÇÃO

Quando as práticas alimentares saudáveis são inseridas na rotina dos lactentes desde os dois primeiros anos de vida, elas influenciam de forma positiva no seu estado nutricional, proporcionando o fator de crescimento e desenvolvimento adequados que irão refletir na sua vida adulta, tanto nas condições de saúde como nas preferencias alimentares. Por isso, é fundamental que o lactente seja apresentado a uma grande variedade de legumes e frutas para a manutenção desse hábito, auxiliando na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), a deficiência de nutrientes e a alteração do índice de massa corpórea (MENDES, 2023).

A introdução alimentar é iniciada aos seis meses de vida, assim que o bebê apresenta sinais de prontidão. São ofertados além do leite materno, alimentos que fornecerão energia, proteínas e vitaminas. Essa fase é crucial para o desenvolvimento e crescimento e é também a etapa de transição do leite materno (LM) para alimentação complementar, sendo considerada decisiva, devendo ser realizado de forma coletiva com os familiares e a equipe de saúde para que todos entendam a importância, já que é nesse processo que os distúrbios alimentares podem ocorrer (BRASIL, 2021).

A atuação dos profissionais da saúde, principalmente o enfermeiro, na introdução alimentar é fundamental para a sua execução de maneira adequada, atuando como apoiadores e aconselhadores dos pais nesse momento, permitindo a construção de conhecimentos para a prática da alimentação saudável.  Durante a consulta de puericultura praticada pelos enfermeiros as três orientações em educação e saúde que mais se destacaram foram: a manutenção do aleitamento materno, alimentação saudável e higiene corporal. Diante da presença de alterações do estado nutricional e exame físico, os profissionais não se sentem capacitados e com autonomia para manejo dentro da atenção primaria a saúde (APS), necessitando de encaminhamentos para consulta com as especialidades de pediatria e nutricionista (CAMPOS, 2014; VIEIRA,2018).

Por esse motivo, o Ministério da Saúde publicou a Estratégia Nacional para a Alimentação Complementar Saudável (ENPACS) em 2010, sendo agregada à Estratégia Rede Amamenta e Alimenta Brasil, em 2012 que tinha como objetivo:

Orientar e capacitar profissionais de saúde, visando o fortalecimento das ações voltadas ao incentivo e promoção da introdução da alimentação complementar adequada e oportuna de crianças menores de 24 meses na Rede de Atenção Básica de Saúde, e consequentemente, na formação de hábitos alimentares desde o início da vida do ser humano (BRASIL, 2010).

Nota-se a necessidade de intervenções para melhorar o conhecimento e o desempenho da equipe de saúde como um todo no atendimento e aconselhamento relacionados a IA. Os profissionais classificam seus conhecimentos sobre o assunto como bom, apesar de apresentarem dúvidas sobre o tema, e mais da metade não conhecer o Guia Alimentar do Ministério da Saúde. É possível avaliar que nem todos os profissionais da saúde estão aptos para realizar aconselhamentos e orientações para os pais, o que reitera a necessidade da educação continuada com a equipe de saúde, principalmente com os profissionais que estão diariamente em contato direto com os pacientes, como os ACS (GOMES, 2022).

É crucial a identificação de hábitos alimentares não saudáveis de forma precoce e intervir na alimentação para minimizar os possíveis danos futuros e por esse motivo, é fundamental que os hábitos sejam avaliados e investigados juntamente com os pais, de acordo com cada realidade, para que haja contenção antecipada dos possíveis danos como a obesidade, hipertensão e diabetes. O Prontuário Eletrônico do Cidadão proporciona aos profissionais o formulário de Marcador de Consumo Alimentar, possibilitando assim identificar os erros alimentares dentro da rotina das crianças (CARDOSO, 2019).

Através de informações extraídas do prontuário eletrônico do paciente foi possível analisar que durante as consultas de puericultura realizadas pelos médicos e enfermeiros, as informações a respeito da introdução alimentar foram reduzidas ou até mesmo negligenciadas devido à escassez apresentada nos registros, possivelmente resultante do tempo limitado das consultas e do alto fluxo de atendimentos na unidade. Revelou também a baixa utilização da ferramenta marcador de consumo alimentar, analisada através da emissão de relatórios de produção entre os meses de janeiro a setembro de 2023, demonstrando ter sido inutilizada em alguns meses do ano. É possível observar que há precariedade na avaliação do padrão alimentar dos lactentes, corroborando com os estudos encontrados, que reafirmam a subutilização desse formulário nas Estratégia de saúde da família (ESF) enfraquecendo a vigilância alimentar e nutricional (CARLOTO, 2018).

 Diante do exposto, surgiu a necessidade de implementação de novas estratégias que possibilitem a qualificação da introdução alimentar de crianças menores de 1 ano. O plano de intervenção proposto foi a realização de visitas domiciliares programadas de orientações e sugestões com equipe multidisciplinar da ESF Santa Emília. O que gerou a oportunidade de contato direto e o aumento do vínculo entre os participantes, incorporando os atendimentos domiciliares de rotina como oferta de cuidado, otimizando o manejo da introdução alimentar com a possibilidade de avaliar as condições sociais e de moradia das famílias. Essa alternativa facilita o entendimento sobre a importância da alimentação saudável na rotina da criança e promove o pleno crescimento e desenvolvimento da criança até a fase adulta. 

3 OBJETIVOS

Relatar a experiência de implementação da visita domiciliar de puericultura com foco na introdução alimentar em crianças menores de 2 anos em uma ESF realizada por residentes de Saúde da Família de forma Multiprofissional.

4 MÉTODOS

4.1 Tipo de estudo

Tratou-se de um Relato de Experiência de uma residente de enfermagem sobre a implementação de uma estratégia em uma ESF do município de Campo Grande – MS que consiste na visita domiciliar de introdução alimentar e acompanhamento do marcador de consumo alimentar até os 2 anos no cotidiano dos serviços oferecidos pelos residentes da unidade.

O Relato de Experiência proporciona conhecimentos científicos advindos das vivencias dos autores, por essa razão auxilia na qualificação das intervenções e propostas de rotina de trabalhos, enriquecendo o meio acadêmico e social. Essa categoria de estudo possibilita a construção de conhecimentos com base na descrição crítica do autor, evoluindo assim as ações de campo e teorização cientifica (MUSSI, FLORES, ALMEIDA, 2021)

4.2 Local e detalhamento da experiência

A visita domiciliar de introdução alimentar foi implantada na Unidade de Saúde da Família- USF Jeferson Rodrigues de Souza- Santa Emília, localizada no município de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, de forma multiprofissional contando com o projeto da SESAU com parceria da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ- Brasília) de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Residência Médica de saúde da família e Comunidade. A USF possui 3 equipes de saúde da família e uma área de abrangência que conta com aproximadamente 10 mil habitantes.

A estratégia foi realizada entre julho e novembro de 2023, sendo primeiramente realizada uma roda de conversa com os residentes e ACS da unidade para avaliar as principais dificuldades encontradas diante as orientações e sugestões de introdução alimentar. Foram apontadas três principais dificuldades: 1. Pouco tempo de consulta e alta demanda da unidade; 2. População mistas entre condições econômicas; 3. Baixo conhecimento dos profissionais sobre a IA. Através dos desafios apontados, foi realizada uma educação continuada na forma de roda de conversa em reuniões de equipe com os profissionais de saúde sobre a importância da introdução alimentar adequada e as consequências a longo prazo que essa prática malfeita pode ocasionar para as crianças.

Em seguida, foi levantado o quantitativo de crianças menores de um ano, extraídos dos relatórios de cadastros individuais e condições de saúde dos ACS na equipe João de Barro, totalizando 51. Após contato prévio via teleatendimento, foram programadas 24 visitas domiciliares com equipe multiprofissional, sendo que das 51 crianças estimadas, 27 incluem pacientes que não atenderam o telefone, que o cadastro no PEC estava incorreto e pacientes que rejeitaram receber a visita de introdução alimentar.

As visitas domiciliares foram realizadas em outubro de 2023 com a equipe multiprofissional (enfermeira, médica e dentista) para orientações e aconselhamentos sobre a introdução alimentar utilizando os instrumentos folder de orientações com opções de cardápio e grupos alimentares delineados a partir do Caderno de Atenção Básica n° 23 e o Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos do MS, ilustrados nas Figuras 1 e 2.

Associando as recomendações da Organização Mundial da Saúde de 2023 e do Guia Alimentar de crianças menores de 2 anos do Ministério da Saúde de 2021, a Introdução alimentar é realizada com seis meses ou se detectados os sinais de prontidão em consulta com profissional da saúde. No sexto mês é ofertado todo tipo de alimento dentro dos grupos alimentares de forma diversificada e complementada com o aleitamento,  na consistência amassada ou em pedações de acordo com o método que a família deseja seguir, recomenda-se iniciar com duas papinhas de frutas (café da manhã e lanche da tarde) e uma salgada (almoço), ofertando água durante os intervalos das refeições, dos sete aos oito meses é introduzido mais uma papinha salgada (janta) e a partir dos doze meses a criança já pode comer a comida da família, sempre lembrando que a oferta de açúcar, industrializados, processados e ultraprocessados só é recomendada após os 2 anos (WHO, 2023; BRASIL, 2021).

Figura- 1 Folder de Orientação a Introdução Alimentar.

   Fonte: BRASIL, Ministério da Saúde. Saúde da Criança: aleitamento materno e alimentação complementar, 2015.

Figura- 2 Opções de Cardápio e Grupos Alimentares.

Ademais, foram realizadas orientações sobre a nova recomendação de suplementação de ferro em ciclos e vitamina A dos seis meses até menores de cinco anos, fornecidos pelo SUS e disponíveis nas farmácias das unidades. Além disso, houve a avaliação bucal, orientações sobre higiene e manejo dos sintomas relacionados ao nascimento dos dentes decíduos (BRASIL, 2022; BRASIL, 2018).

Após 30 dias foi realizada avaliação da estratégia em consultório através do instrumento de Marcador do Consumo Alimentar disponibilizado no PEC, apresentado na Figura 3, a seguir. Se trata de é uma ferramenta inserida dentro do Prontuário Eletrônico do Cidadão, que permite a avalição individual do padrão alimentar dos pacientes na consulta do cotidiano, ficando anexada ao histórico do paciente para ciência dos profissionais que o assistem, possibilitando a comparação desse padrão ao decorrer das consultas. De acordo com as orientações do Ministério da Saúde de avaliação desse marcador, em conjunto com as demais informações fornecidas pelo PEC, o desenvolvimento de diagnósticos e acompanhamento de saúde dos usuários se tornam integral e eficaz (BRASIL, 2015).

Figura-3 Marcador de consumo alimentar.

Fonte: Prontuário Eletrônico do Cidadão.

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO

A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN, portaria n. º 710/1999) aprovada em 1999 e atualizada em 2011, tem o intuito de reduzir as consequências de uma má alimentação a longo prazo através de estratégias integradas, propondo a promoção da alimentação saudável de forma precoce, evidenciando a importância da atenção primária no cenário de prevenção (BRASIL, 2013).

As visitas domiciliares foram realizadas em 24 crianças, entre a faixa etária de cinco a oito meses de vida, de forma programada através de contato telefônico, contando com a presença da equipe multiprofissional de residentes e o Agente Comunitário de Saúde da microárea. Durante as visitas foi possível observar a rotina e a condição financeira das famílias e a partir disso, direcionar as orientações de acordo com a realidade que a criança está inserida. (BRASIL, 2013)

A estratégia foi realizada por profissionais da equipe João de Barro, dois enfermeiros, um médico, uma odontóloga e o ACS. Onde foram realizadas visitas domiciliares seguindo o roteiro apresentado na figura 4, a seguir. As abordagens foram feitas de maneira clara, explicativa e ilustrada, através dos folders e Cardápios, sempre respeitando a individualidade de cada família e na forma de sugestão e não julgamentos e exigências.

Figura-4 Roteiro das visitas de IA.

Fonte: Autora

Após a implementação da estratégia, foi possível constatar que 14 crianças (58,3%) já haviam começado a introdução alimentar. Mesmo após avaliação e orientação sobre a IA durante a consulta de rotina dos 6 meses, 19 crianças (89,1%) receberam alimentos processados e ultraprocessados na sua alimentação diária. Das famílias que iniciaram a introdução antes da avaliação, três (21,4%) foram antes dos 6 meses. Também foi possível observar que em geral as famílias apresentavam vulnerabilidades, mais de um filho em seu núcleo familiar e não estavam preparados para casos de engasgos.

Dentre os alimentos industrializados mais ofertados estão os iogurtes saborizados, biscoitos e bolachas recheadas, bebidas açucaradas e mingau. Mais da metade dos pais não sabiam sobre as recomendações do Ministério da Saúde e da OMS e não relacionavam a oferta desses alimentos a possíveis danos à saúde dos seus filhos a longo prazo, como prejuízos dentários, obesidade, hipertensão e diabetes. Em 2020 das crianças menores de dois anos acompanhadas na APS em nível nacional 280.468 (15,5%) apresentaram sobrepeso ou obesidade, sendo na sua grande maioria meninos pardos (BRASIL, 2022).

Nas consultas de avaliação da intervenção foi possível observar que 19 crianças (79,1%) aderiram as boas práticas de alimentação complementar através do marcador de consumo alimentar, minimizando ou até mesmo cessando a oferta de processados e ultraprocessados, principalmente do açúcar. Os pais das crianças se mostraram comprometidos e interessados sobre as mudanças de hábitos refletindo no aumento do vínculo com a equipe de profissionais, comparecimentos as consultas e visitas periódicas dos ACS (FIGUEROA PEDRAZA, 2021).

Destacou-se a importância de um momento dedicado a orientações e sugestões individuais sobre esse período, visando o entendimento e esclarecimento de dúvidas e sobretudo o compartilhamento do cuidado com os pais, inserindo como protagonista da saúde do seu filho contando com apoio de todos os profissionais. Essa realidade encontrada na João de Barro também foi detectada nas outras duas equipes da unidade, programada a implementação dessa estratégia na unidade ao decorrer de 2024. Através da experiência vivenciada, foi possível integrar as assistências de qualidade das crianças dentro da Atenção Primária com a melhoria dos serviços de atendimento domiciliar (BRASIL, 2015). 

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O cuidado integral as crianças são constantemente fragmentados durante as consultas de puericultura, na maioria das vezes devido as altas demandas das unidades, impactando negativamente na sua saúde a longo prazo. Pensando nisso, se faz necessário a criação de estratégias para qualificar essa assistência e incorporar de maneira eficaz dentro das rotinas atribuladas das USF.

Desse modo a visita domiciliar de introdução alimentar se enquadrou dentro das necessidades encontradas pela equipe e possibilitou vivenciar a realidade das famílias dentro do seu contexto social, permitindo o esclarecimento de dúvidas em tempo oportuno e a sua autonomia na tomada de decisões através das orientações realizadas de forma multiprofissional. Através dessa experiência, foi possível evidenciar de forma clara um dos principais objetivos da Atenção Primária, a prevenção a saúde e a integralidade da assistência, proporcionando o cuidado continuado até os 2 anos de idade.

7. REFERENCIAS

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1Residente de enfermagem do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família- SESAU/MS FIOCRUZ. Bacharel em Enfermagem pela UNIGRAN, Campo Grande-MS, Brasil. Email: rayssaofrrodrigues@hotmail.com

2Residente de odontologia do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família- SESAU/MS FIOCRUZ. Bacharel em Odontologia pela UFMS, Campo Grande-MS, Brasil. Email: nathanna222@hotmail.com

3Residente de medicina do Programa de Residência de Medicina de Família e Comunidade- SESAU/MS FIOCRUZ. Bacharel em Medicina pela UNIDERP-ANHANGUERA, Campo Grande-MS, Brasil. Email:dudatrennepohl@gmail.com

4Mestre em Saúde da Família, UFMS, Campo Grande-MS, Brasil. Preceptora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade-SESAU/MS FIOCRUZ. Email: patynantesm@gmail.com

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